Super Proteção

Sempre que nos passeamos à beira rio, desde que os maiores eram pequenos que diziam ‘Carolina, podemos ir à árvore?
‘Claro!’ respondia eu, com o coração apertado.

Lá iam eles todos contentes explorar a árvore gigante e com uma cratera no meio. A diversão é trepar e andar à roda sem cair no buraco…
De inverno o meu coração aperta mais… Aquilo escorrega tanto que parece um tapete de sabão e água… Mas eles já sabem disso.
Houve quem já caísse claro! Não foi grande drama. ‘Vá toca a levantar e a sacudir o rabiosque’. Dói, mas passa!’ dizemos nós, adultos.

Depois da primeira queda ficam mais cautelosos. É literalmente isto: só quando batemos com a cabeça é que aprendemos. E não falha.

Mas aprendem tanto. E faz tão bem. E é tão bom! Nós observamos de longe, muitas vezes a fingir que nem estamos a ver… Eles lá sobem até onde acham que podem! Crianças quando ‘ficam sozinhas’ têm muito mais noção do perigo.

Passamos a esta prova de confiança. Saímos de lá inteiros. Graças a Deus! Senão… Fazia parte! O coração logo descansou mais…

Encontrámos uns amigos que disseram ‘como é possível ali perto da estrada e essa tua descontração. Se fosse eu, já teria ido a correr’, disse: ‘não é de ânimo leve que se assiste, mas a única forma de os proteger é Deixá-los ter noção do perigo e vês? Eles têm!’

Sobrevivemos! Correu bem! Se hoje fossem todos juntos sem adultos para ali, confiaria que teriam todo o cuidado, também. Confio neles. E, no fundo, com essa confiança neles eles confiam em mim. Em nós.

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