Reivindicar

Num almoço com uma amiga, no meio de conversas duras sobre a família e as pessoas, entre o prato e a sobremesa umas risadas valentes, eis que surge esta frase, este desabafo: “Carolina, eu tenho reparado e feito esse trabalho e digo-te que as crianças de agora não choram, não as vejo a chorar, sabes? A chorar de tristeza? Só as oiço gritar. Gritar de reivindicar. Estão sempre a pedir alguma coisa.” 

Achei tão, mas tão interessante. Disse-lhe logo que iria usar esta frase aqui, para vocês. 

Verdade querida! Birras. Lá vêm elas! As crianças estão sem limite, sem noção, sem rédias, sem norte, logo, sem referências. Sem referências de autoridade, de firmeza, de confiança. Sim, porque quando dizem que “não” depois dizem “sim”, mostra que vocês, afinal, não têm palavra. Confiam em quem não tem palavra? Bom, eu não! 

Tanto havia para dizer… vale a pena reflectir. Já repararam que a palavra “Reivindicar” começa com a palavra REI? Será coincidência? Não creio… andamos a criar Reis e Rainhas, apesar de os chamarmos de Príncipes e Princesas. Agora pensem, se eles são a nobreza aí de casa, que lugar sobra para vocês? Tenho medo de imaginar… 

Pais da minha vida, ATENÇÃO às sementes que são semeadas… vão colhê-las mais cedo ou mais tarde. 

Não permitam! Posicionem-se aí em casa… no sítio certo! Ocupem o vosso lugar. 

Estão com dificuldade em fazer isto? Okay, vou ajudar-vos! Vamos a isto? 

<3 

Beijinho enorme de quem vos quer muito bem.

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