Um beijo, às vezes, é tudo o que precisamos

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Queridos Pais,

Feliz Dia Mundial do Beijo.

Para mim, se é do Beijo, é do Amor. Se é do Amor é muito bom! Se é muito bom… então é Amor verdadeiro e genuíno, como o amor dos pais para os filhos, por exemplo.

Vejo e sinto os beijos como declarações de amor. E, muitos deles, não precisam de palavras sequer, porque eles falam por si e cada um traz uma mensagem diferente, mas no Mundo dos beijos, quem dá, diz qualquer coisa como um “gosto de ti”, quem recebe, sente a mensagem no coração.

Os beijos estão na secção dos mimos, juntamente com os abraços e uma série de outras coisas que representam a mesma mensagem: “gosto de ti” ou “quero cuidar de ti”, “estou aqui”, etc.

Para mim, os beijos nunca são demais. E podem ser dados a qualquer hora do dia. Aliás, devem ser dados a todas as horas do dia, o mais possível.

Há pessoas que têm dificuldade em dar, outras em receber. Coram, ficam “sem jeito”, envergonhadas, outras limpam, dizem que não gostam. Normalmente, e hão-de reparar, estas pessoas são as que têm mais dificuldade em verbalizar o que sentem. É como se tivessem as emoções e sentimentos metidos numa caixinha, bem lá dentro, guardadas e protegidas de tudo e de todos. Pensam elas!

Do outro lado, temos os “Beijoqueiros”, aqueles que beijam por tudo e por nada e com a maior das facilidades procuram afecto, carinhos e abracinhos.

Acho saudável abrirmos a caixa das emoções, para nos soltarmos mais, mostrarmos mais o que sentimos, para darmos mais de nós. Para os nossos companheiros, pais, primos, filhos, amigos e colegas saibam que gostamos deles, que os queremos bem, que estamos ali para eles.

Acho saudável que os nossos filhos cresçam a sentir o quanto os amamos e ensinarmos-lhes que exteriorizar o que sentimos é “saber viver – bem”.

Acho saudável para o Mundo que haja quem dê mimos aos molhos e que o toque seja imprescindível. Estas pessoas enriquecem e aquecem os ambientes. Tudo melhora.

Depois temos os beijos que curam. E curam mesmo. São os beijinhos milagrosos, que aconchegam, que acalmam, que sossegam a dor, ou a desilusão, que dão segurança e nos fazem perceber o que realmente sentimos. Mais terapêuticos do que qualquer medicamento, ou visita ao psicólogo.

Um beijo, às vezes, é tudo o que precisamos.

Não se esqueçam que hoje podemos e devemos abusar dos beijos, mas amanhã também e depois também, e depois e depois… sempre!

Mil e 345 beijinhos para cada um de vocês, com um abraço bem apertado,

Carolina ♥

P.S. – A não esquecer, que o melhor equilíbrio na vida e para tudo é a conjunção de Mimos e Limites.

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